domingo, 14 de junho de 2009
Alma e Corpo
Olha para mim, olhos nos olhos. Permite-te o prazer e não receias a culpa. Entrega-te e entrega-me. Eleva-me, corteja-me, devora-me. Pulsa por mim. Incendeia o peito, rasga a alma, arrasa o meu intimo e não te limites a belisca-lo, dá-lhe um tremendo, intenso e empenhado abraço, um abraço que permita o embrulho, de tal forma que depois, e só depois de desembrulhado lhe reste a memória, porque ela resulta de quando tudo se entranha. Marca-me, sente-me e pede-me o mesmo. Enche a alma por algo que valha a pena, e depois segue o teu caminho se assim quiseres, mas convicta de que valeu a pena.
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Onde tens andado Poetisa??!!
ResponderEliminarEstá simplesmente...profundo, intenso, sentido...brilhante.
Sim, vale tudo a pena...até mesmo escrever.
Beijo.
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