Nunca mais o teu olhar me invadiria o pensamento. Nunca mais te iria ver atenta a tudo o que dizia e ao que não dizia também. Nunca mais as tuas gargalhadas deitariam por terra todas as minha argumentações. E nunca, nunca mais, as tuas mãos me amariam o corpo, e me entrelaçariam a alma. Porque contigo era amor e eu sabia. A despedida. A certeza de um fim naquele instante. E a dor. A imensa dor dentro de mim.
Esta noite sonhei que morrias e a primeira coisa que fiz ao acordar foi dizer-te o quanto gosto de ti....
terça-feira, 17 de novembro de 2009
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